I’ll be back a.s.a.i.f.l.i.*
Ric Jo | 1 de Julho de 2008
Gonna live for a couple of weeks.

Gonna live for a couple of weeks.
Este post no Gawker.com é muito, muito bom. Aconselho-vos a visualização dos três pequenos vídeos que lá são postados sobre momentos menos felizes do pessoal da televisão Norte Americana. Especial destaque para o vídeo ridiculous pratfalls. Vida de pivô/repórter não é fácil. Lol.

Le 21 juin prochain c’est la Fête de la Musique ! Les rues, les terrasses de cafés et places de votre ville vont accueillir de nombreux chanteurs, groupes et orchestres. Qu’ils soient amateurs ou professionnels, pour la fête de la musique ils envahissent les rues pour partager leur passion et faire bouger la ville au rythme de leur musique.
Ora, deixa cá ver se percebo. Centenas de concertos gratuitos por todos os cantos a descoberto de Paris, fim de tarde/noite de sábado, milhares de pessoas espalhadas pelas ruas e praças, vinho do bom, cerveja fresca e previsão de bom tempo? Bom, lá terá de ser. Viva a festa da música.

Wanna listen to a nice 2008 Pearl Jam concert where they played Who You Are for the first time in 10 years, taking me back to the good old days of No Code, where they played All Night for the first time ever and one of the few times where they played the fucking brilliant W.M.A.? Yeah? Then click here.
Não é assunto que domine ou que queira dominar e muito menos é assunto em que me queira meter. Mas não me deixa de fazer alguma confusão o ataque (com ou sem razão) feito ao Presidente do Atlético Clube Ouriense no blog Offside, na larga maioria das vezes de forma anónima. Não querendo defender absolutamente ninguém (repito que nada sei acerca do assunto), apenas acho que as acusações que por lá são proferidas são algo baixas e a serem feitas, deveriam pelo menos sê-lo em privado e não na praça pública. É só uma opinião que vale o que vale.

Diz-se que tudo o que o Jack White (White Stripes) toca, transforma-se em ouro. Talvez não seja bem assim, mas é quase. O seu side project (cough, cough! Um side project deste nível não pode ser considerado apenas um side project…), The Raconteurs, foram sempre o lado menos deslumbrante da moeda de Jack. De longe os White Stripes sempre acolheram uma maior simpatia por parte do povo. Mas o mais recente álbum lançado por Jack, Brendon Benson, Patrick Keeler e Jack Lawrence (sim, porque eles são uma banda), de seu nome Consolers of the Lonely é um senhor puta álbum. É qualquer coisa de potente. Mesmo. Os riffs de Jack White estão por lá. Os seus solos também. Mas a juntar a essa face dos Stripes está também uma face mais melódica e harmónica que, na minha opinião, por vezes faltam nos White Stripes. Por lá estão o rock puro, algum folk e muito, muito blues. O resultado é poderoso e juntamente com o Third dos Portishead está, para já, lá em cima no que concerne ao campeonato deste ano.
If you wanna be fucking rocked without expecting it, then 15€ spent on this álbum are freacking well spent.
Fica o vídeo da actuação da banda no Conan O’Brien do fabuloso tema, Many Shades of Black.

Numa altura em que a crise energética se acentua, com um grande empurrão por parte do preço do petróleo, urge encontrar alternativas. E dentro destas, está visto que a mais eficiente é a bicicleta. Para além de não poluir, ainda se queimam algumas calorias. O Tiago é um dos grandes defensores da causa das duas rodas a pedais, defesa que admiro e apoio. Nunca tive um emprego onde pudesse utilizar a bicicleta como meio de transporte, mas muitas foram as vezes em que de bicicleta ia para a Universidade (quando não vivia nos Prédios Amarelos, i.e. a 30 segundos da UM, pois claro).
Paris é uma cidade de motas, patins em linha e de muitas bicicletas também. As Velib Portuguesas (obrigado pela dica Tiago!) para tal ajudam muito. Mas são muitas as bicicletas particulares que também se vêem nas ruas de Paris. Para tal também ajuda o relativo civismo dos condutores de bicicletas e dos condutores de automóveis, aliado às imensas vias próprias para Autobus e Velos.

De maneira a marcar o dia de Portugal, fica o álbum que hoje esteve a rodar no meu ipod pelos túneis e ruas Parisienses, envolto (finalmente) pelo calor que tanto faz recordar o sudoeste europeu. Este Resistência ao Vivo no Armazém 22, de 1993 ajuda a marcar um projecto/supergrupo da música Portuguesa que teve a virtude de trazer o trabalho, porventura pouco conhecido ou pouco acessível, de grandes nomes nacionais para o mainstream de uma forma bem executada neste registo, na minha opinião. Com um catálogo de canções dos Trovante, Sitiados, Heróis do Mar, Zeca Afonso, António Variações, Delfins (old school), Xutos e Pontapés, entre outros, é neste álbum que pego de cada vez que quero re-ouvir um som verdadeiramente Português. Bom feriado, macacos.
A propósito da final histórica da NBA entre os Boston Celtics e LA Lakers que se joga actualmente, recomendo este post revivalista n’A Lei de Murphy (para quem acompanhou a NBA no fim da década de 80 e início de 90). Quem não se lembra do maior jogo de computador da NBA de sempre? Muito bom.

É a primeira vez que sigo Portugal numa competição final vivendo no estrangeiro. E hoje, para viver o verdadeiro cliché Francês, cá estou eu de quinas ao peito em pleno Paris. E com orgulho! Demos banho de bola e o pessoal do L’Equipe TV (canal Francês da especialidade) elogiaram a equipa de Portugal como poucas vezes vi alguém o fazer (leia-se alguém que não jornalistas do pequeno rectângulo, pois claro). O que para um Português em França (lá está o cliché novamente…), é muito, muito bom. E pelo (falta de) barulho que senti no meu prédio, devo ser mesmo o único Português a berrar bem alto… lol. Até pus um gajo do Líbano a torcer por Portugal ;) Hoje jogamos como poucas vezes o vi (vimos). E tive orgulho no banho de bola que demos. Vamos lá então continuar com a mesma bitola, pois poder celebrar nas Champs Élysées com a camisola das quinas é algo com que nunca sonhei, mas não me importaria nada de fazer! ;)
Acabei de perder 4 anos de Bookmarks. Passado o estado de negação e raiva, vem a clareza: não há desculpa melhor para virar a página, limpar a merda a mais e começar de novo. E de qualquer forma, o minimalismo está na moda e está.
Por vezes temos tendência a esquecermo-nos da real força que a Natureza tem. De maneira a reavivar a memória, recomendo a visualização deste e deste vídeo. Assustadoramente real e brutal.
Pelo que assisti hoje no Stade de France, a jogarem desta forma, os Gauleses não irão muito longe no seu grupo da morte (França, Itália, Holanda e Roménia), no Euro 2008 que começa na próxima semana. A Colômbia quase que fazia a festa e eu teria curtido tanto que tal tivesse acontecido… lol. Any way, o estádio é bonito, a Marselhesa foi o ponto alto da noite e não é todos os dias que se tem a oportunidade de ver jogar o Henry, Ribery, Benzema&Co. no Stade de France. Allez le Bleus, allez… (também digo que se Portugal não vencer o Euro, do mal ao menos que seja a França. Pelo menos terei festa por estes lados. Mas parece-me pouco crível).
Com o intuito principal de celebrar o 2º aniversário do Offtune, myself & MysterOn unimos esforços para a décima primeira edição do Plutão Anão. Com o título de Offtuned for 2 years, o mais recente programa do meu podcast revisita o melhor do som muito bom que o André foi divulgando ao longo dois dois primeiros anos de vida do seu blog. Para ouvir no sítio do costume e/ou num domingo destes (22h-00h) no Ossos do Ouvido na rádio ABCPortugal em 92.3Fm na zona centro.
Parabéns puto e obrigado pela colaboração. Boa viagem a todos.
Hoje é dia de Cat Power e Olympia de Paris. Dois acontecimentos especiais reunidos num só. So it´s a freaking good day. E para marcar o dia, fica um pequeníssimo extracto de um vídeo/álbum que considero porventura, e caso não me esteja a esquecer de mais nenhum, o álbum mais lindo que alguma vez ouvi: Speaking for Trees. A beleza da simplicidade da guitarra & voz de Chan Marshall, dos grilos, dos pássaros e do vento a bater nas árvores é algo que dificilmente poderá ser batido por qualquer outro registo vídeo/audio. Contemplem um pouco da imagem e façam, sem rodeios, o download do álbum. Obrigado ao Carlos Ferraz pelo registo visual.
Download Speaking for Trees, via Kapritska.blogspot.com
Now Cat, sing one for me.

Cá de longe, à bom emigra, acompanho o noticiário da RTP em formato streaming no site do canal público. À hora do jantar, vejo o Jornal da Tarde do mesmo dia. À hora do almoço, vejo o Telejornal da noite anterior. E ontem não fugiu à regra.
Como bom Português, tento manter-me a par do que de bom (há algo de bom que se vai passando por esses lados, pergunto-me?) e de mal se vai passando pelo rectângulo. E ontem fiquei extremamente satisfeito e descansado ao minuto 20 do Jornal da Tarde, portanto ainda na secção de notícias com maior destaque, por saber que uma ponte de 350g de esparguete é capaz de aguentar até 50kg de peso. Fabuloso!, pensei. Já está resolvido um dos maiores problemas do país: a falta de dinheiro para a construção de infraestruturas e vias de comunicação. A solução é o esparguete!
Puta que pariu. Como é possível que um noticiário faça reportagem de um assunto destes, em primeiro lugar, e que ainda por cima o coloque na primeira meia hora do noticiário, espaço nobre do mesmo? Se isto é jornalismo de qualidade e essencial, então eu devo ser um canguru.

Faz hoje precisamente um ano que dei início de forma oficial ao podcast Plutão Anão. E de maneira a celebrar este e outro aniversário, nos próximos dias está prestes a entrar em órbita o próximo programa.

Outro aniversário que se celebra hoje é o do 10º ano que passa sobre a morte de um grande senhor, de seu nome Jeff Bukley. O homem era é tão grande que nem sequer vou entrar em devaneios. A melhor homenagem que se lhe pode fazer hoje é passar o dia a rodar o Jeff no leitor de cd ou no ipod. Para quem não conhece, podem descobrir o Mystery White Boy aqui. Believe me, it’s worth it.

É a única canção dos U2 que eu genuinamente gosto. Banda sonora de Batman Forever de 1995. Uma banda sonora com PJ Harvey, Massive Attack, Nick Cave e The Flaming Lips entre outros, não pode ser uma má banda sonora. E por 3.50€, é mais um buraco da minha colecção que tapo. Ouvir aqui.

Supermercado, cantina, aeroporto, loja, metro e Mc Donalds. Serei a única pessoa do mundo a não ter qualquer jeito para escolher em que fila me ponho? Não acerto uma. Porra.
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