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I Betandwin… and betandloose, too!

Ric Jo | 31 de Janeiro de 2006
Pois é. Rendi-me às apostas neste fds que passou. Inscrevi-me no betandwin.com (obrigado pelo convite, Tiago, mas o meu pagamento inicial tinha de ser o mínimo - há que poupar guito!) e logo tratei de apostar e ver render o peixe… ou não!
As minhas primeiras apostas:

Reading - Birmingham (FA Cup) : apostei na vitória do Reading : empate a um golo :(
Federer - Baghdatis (Final Australian Open): apostei na vitória do Federer: ganhei :)
Lecce - Inter de Milão (Série A): apostei na vitória do Inter: ganhei :)
Kaiserslautern - Schalke 04 (Bundesliga): apostei na vitória do Shalke: ganhei :)
Rio Ave - Porto: apostei na vitória do Rio Ave: empate a zero golos :(
Al Ahli - Al Ain (Campeonato Egípcio): apostei na vitória do Al Ahli: ganhei :)
Ou seja, o saldo é bem positivo: 6 apostas, ganhei 4 e perdi 2. Não está mau. Para começar. E agora que descobri as apostas múltiplas (essas é que rendem dinheiro), é a bombar, ou secalhar não. Aquilo torna-se viciante e é muito fácil perder-se a cabeça, caso se tenha dinheiro para tal (o que não é o meu caso…lol). Mas sempre acrescenta um pouco de emoção na hora dos jogos. Para apostar uns míseros cêntimos, vale bem a pena. Just for fun.
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Galeria actualizada

Ric Jo | 30 de Janeiro de 2006
Graças à (grande) colaboração do Hugo, a Galeria com imagens de Ourém Coberto de Neve foi actualizada. Espero ainda pela recepçao de mais fotos, nomeadamente da Zita e da Cátia ;)

Link da galeria na coluna da direita em Info.

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Que Frustração!!!!

Ric Jo | 29 de Janeiro de 2006
Eu não acredito que nevou em Ourém e eu não estava presente para assistir!!!! Ainda por cima tive mesmo, mesmo, para ir para baixo, mas pensei que fosse melhor só ir no próximo fds. Que merda! Eu não acredito!

Convivi muitos anos com a neve em Londres, mas desde que vivo em Portugal, nunca vi nevar em Ourém. E sempre ouvi falar daquele ano, há muitos anos atrás, quando lá tinha nevado. E agora que estou a viver numa das cidades mais frias de Portugal, nem um floco de neve. E Ourém está coberto dela. Merda!

Para poder regalar os olhos e ter ainda mais inveja, peço a quem tenha fotos de Ourém coberta de neve, que as post nalgum lado e avise aqui ou que me as envie por e-mail (ricjomail@gmail.com) para eu poder ver e postá-las aqui. Entretanto descobri já uma foto dos Castelos cobertos de branco, aqui. Que inveja!


Up-date
: Tendo já recebido algumas fotos do nevão, decidi abrir uma galeria onde estas poderão ser vistas. Para tal, basta clicarem aqui e entrarem no álbum de fotos que lá está. Agradeço desde já a quem me enviou as fotos. Se alguem tiver mais e não tem onde as postar, estejam à vontade para me as enviarem, que eu as colocarei na galeria. Thanks ;)
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Confinados?

Ric Jo | 28 de Janeiro de 2006
Às vezes (muitas delas ultimamente) é o que sinto em relação à blogosfera. Somos meia-dúzia. Sempre os mesmos. Os resistentes. Parece que andamos a falar sempre para os mesmos. Parece que são sempre os mesmos que nos ouvem. Bem nos hajam! Poucos, mas bons. Muito bons.
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Torre de Babel

Ric Jo | 27 de Janeiro de 2006
N’A Tela desta semana exponho um quadro bastante famoso: A Torre de Babel, por Pieter Bruegel.

Quadro/Tema: A Torre de Babel é mencionada no livro do Génesis como uma torre enorme construída pelos descendentes de Noé, com a finalidade de permitir que os homens alcançassem o reino de Deus, no céu. Deus, irado com a ousadia humana, teria feito com que todos os trabalhadores da obra começassem a falar línguas estranhas, de modo que não pudessem entender-se nem continuar a construção. Foi neste episódio que, segundo a Bíblia, teriam surgido as diferentes línguas do mundo. (continuar a ler A Torre de Babel)

Pintor: Político? Contestador? Religioso? Cômico? Enigmático? Paisagista? Há dúvidas, porém Bruegel soube compreender, como poucos, a humanidade.
Realista e colorista, religioso e humanista, registrava com detalhes e com uma técnica precisa os acontecimentos de sua época. (continuar a ler Pieter Bruegel)

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Monte do Bom Jesus acima (II)

Ric Jo |





Clique nas imagens para ver com maior resolução.

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Ourém

Ric Jo | 26 de Janeiro de 2006

… já não vou lá desde o ano passado. Até já tenho saudades e tudo.

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Aqui Jaz um Blog

Ric Jo |
Matar um blog. Parece que está na moda. Ou então parece a gripe das aves. Aos poucos e poucos vai-se espalhando pelo mundo da blogosfera. Primeiro ali. Depois acolá. E porquê?

Isto dos blogs começa-se devagarinho. É como a música do Ben Harper, por exemplo. Não ouvimos ou vemos publicidade nenhuma sobre os seus discos nos meios de comunicação social. Conhecemo-lo sim através daquele nosso amigo que tinha um cd dele. E ele curtia-o bué. Curtiu tanto que nos deu a experimentar. Nós também gostamos. E também queremos um para nós. Então gravamos o cd. Ou melhor ainda, compramo-lo. E assim passamos a ter um só para nós. O mesmo se passa com os blogs. Há sempre um amigo nosso que tem um. Nós vamos até lá, lemos, e das três uma: ou não curtimos e nunca mais lhes pomos os olhos em cima; ou curtimos tanto que também queremos fazer um; ou curtimos, mas não o suficiente para ter um e então vamos apenas passando por lá.

Vou-me apenas cingir àqueles que gostam tanto que também querem ter um só para eles. O que acontece? O que acontece é que lá se inscrevem no blogger (ou outro compatível). Arranjam um nick e um nome para o blog. O mais original possível. Depois fazem um primeiro post, a explicar o porquê de terem um blog. E assim, vão começando, devagarinho, ganhando balanço à medida que os posts vão sendo escritos. Começa-se a ter uma determinada tendência de posts, como que uma linha editorial personalizada do próprio blog. E quando os posts já saem em velocidade cruzeiro, começam-se a preocupar com o lado estético do blog. As cores, os links, o título, o contador de visitas, o template utilizado, etc. E aí começa a descoberta do html, indo pelos outros blogs à procura de ideias, carregando então com a tecla direita do rato em cima do blog, indo à opção “Ver código fonte” e tentando descobrir a linha de comando que corresponde à tal característica que curtem. Depois é tentar aplicá-lo no seu próprio modelo, publicando e vendo as consequentes alterações efectuadas. E que mimo que é quando as coisas saem bem. Mesmo como desejado. E quando se é elogiado, melhor ainda. Por esta altura os posts já saem de uma forma tão natural, tal como a urina do seu organismo. É sempre a postar. As visitas vão aumentando proporcionalmente aos posts publicado. E depois vão-se descobrindo blogs aqui e acolá que têm como link o seu próprio blog. É uma verdadeira satisfação. E quando se chega ao blog e vê-se a última publicação cheio de comentários… é o verdadeiro prazer. Um blogger vive para os comentários! O entusiasmo está no seu nível máximo e parece que se consegue sempre arranjar um tempinho para postar.

Depois é sempre a descer. Nunca mais o blogging dará tanto prazer como nesta fase. É então neste momento, quando as ideias para os posts vão sendo escassas, quando as visitas diminuem um pouco, fruto do efeito de novidade se ter desvanecido, e quando é preciso ter-se um pouco mais de imaginação para continuar a captar os leitores é que a vontade desaparece. E aí, a coisa mais fácil de se fazer é um simples post dizendo: The End, ou então, Fechado. E assim morre o blog.

É óbvio que poderão haver outras razões que não estas que levam as pessoas a matarem o seu blog. Mas quando a razão é aquela que acabei de descrever, creio ser de uma certa fraqueza. Não é fácil, de facto, arranjar inspiração e tempo para manter um blog actualizado. E basta estar uma série de dias sem actualizá-lo para que os clientes do costume deixem de passar pelo nosso tasco. E quando isso acontece, recuperá-los também não é fácil.

É desanimador quando se escreve algo com tanto esforço e se depara com zero comentários. E muito facilmente isso leva à desistência das pessoas. Mas há que ser mais forte. Tal como temos dias bons e menos bons, também nos blogs há posts bons e menos bons. É natural e acontece com todos os blogs. Mas não se deixem levar por momentos menos bons. Se têm verdadeiro prazer a bloggar, vale a pena continuar a fazê-lo. Mesmo que seja apenas para vocês próprios.

Não se deixem apanhar pela tendência. Não matem os vossos blogs.

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Monte do Bom Jesus acima

Ric Jo | 25 de Janeiro de 2006
Uma bela vivenda. Imponente.

O Bom Jesus, ainda bem longe, escondido por entre a mata.

Hoje tive a tarde livre. E nada melhor para aproveitar o tempo do que pegar na bicicleta e na mochila carregada com o leitor de mp3 e da máquina fotográfica e passear sem rumo. Quando dei por mim, já estava a subir o monte do Bom Jesus (nada fácil…). Apreciando a paisagem que me rodeava, decidi partilhá-la aqui no MBC convosco. E é isso que começo a fazer hoje, começando com duas das muitas fotos que tirei. Peço especial atenção para as fabulosas vivendas (aqui só apresento uma, para já) que se encontram nas encostas do Bom Jesus, bem ao estilo do Ramalhete dos Maias, no livro de Eça de Queiroz.

Não é Braga por um canudo. Mas é quase ;)

More to come. Cliquem nas imagens para vê-las com maior resolução.

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Green Day

Ric Jo | 24 de Janeiro de 2006
Como devem saber (basta terem dado uma espreitadela no MTV European Muisc Awards em lx), os Green Day são actualmente uma daquelas bandas sensação dos miudos. Aparecem em todas as revistas, estão colados nas paredes de quase todos os quartos dos adolescentes, os seus últimos álbuns fartam-se de vender e ganhar prémios e basta ver os perfis dos miudos no hi5 (caso dos meus primos adolescentes, por exemplo) para ver na secção de música favorita o nome dos Green Day. Basicamente, são loucos por eles.

Mas o que eu me pergunto é o seguinte: serão esses mesmo miudos conhecedores de um grande album dos Green Day, intitulado Dookie, lançado em 1994 e que marcou o verão de todos nós que tínhamos já idade para “ter” verão…? Será que conhecem? A resposta é não. Pelo menos das vezes que perguntei ao meus primos mais novos se conheciam canções como “Basket Case“, “She” ou o “When I come around“, a resposta foi negativa. Nem tocada numa guitarra e cantada eles as reconheceram. E pergunto eu, como é possível?! Como é possível adorar-se os Green Day sem se conhcer o Dookie?! Parece-me a mesma coisa que adorar os Nirvana e não se conhecer o “Smells Like Teen Spirit” ou o “Come as you are” (salvaguardando as devidas comparações entra as respectivas bandas).

Eu não sou fã dos Green Day. Mas sou fã do Dookie. Incondicional. Porque me transporta para aqueles verões onde podia curtir verdadeiramente, sem qualquer tipo de ressponsabilidade! E o Dookie foi, é, e sempre será parte da banda sonora desses verões dessa mesma época.
E isto tudo para dizer verdadeiramente o quê? Que estou velho.
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Estabilidade

Ric Jo | 23 de Janeiro de 2006
Getty Images
É o que espero para Portugal nestes mais de 3 anos que aí vêm sem eleições. As presidenciais estão feitas e mortas. Que siga o progresso (?) ou recuperação de Portugal.
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Reultado das Presidenciais no MBC

Ric Jo | 22 de Janeiro de 2006
Pois bem, sendo hoje dia das eleições presidenciais, o MBC (malibucola) apresenta aqui os seus próprios resultados. E qual a maior conclusão a tirar? Iríamos à segunda volta. O candidato Cavaco Silva vence com uma grande margem relativamente ao segundo classificado (Manuel Alegre), mas não o suficiente para vencer à primeira volta. Dado importante também para a elevada percentagem das pessoas que não votam/não podem votar.
Fugirá esta mini-sondagem muito à verdade? Mais logo veremos. Que vença, acima de tudo, Portugal.
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Come on you Spurs

Ric Jo | 20 de Janeiro de 2006
Foi ontem apresentado o novo emblema do Tottenham Hotspur. Numa estratégia de alargamento e confirmação da imagem do clube em todo o mundo, o emblema apresenta-se inspirado no da década de 70, onde pontificavam grandes nomes como os de Ossie Ardiles e Ricky Villa. Poder-se-à dizer que é um estilo retro.

Só passará a ser usada nas camisolas no início da próxima temporada e sem as palavras Tottenham Hotspur. Oxalá ajude a confirmar o que este ano já se vê: um clube bem direccionado na senda das vitórias.

Em relação ao quadro d’A Tela desta semana, não consegui mais informações do que o nome do quadro e do seu autor. Se alguem conseguir saber mais alguma coisa…
Bom fds a todos.
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No problemo

Ric Jo |
Soube hoje de fonte (muito) segura que não haverá qualquer tipo de problema para a reabertura do Jogral Bar. E ainda bem. Venha daí então a aguardada reabertura!
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Reproduzindo as palavras dos outros…

Ric Jo | 19 de Janeiro de 2006
É o Jogral bar que parece que está em vias de ter problemas para re-abrir - via Ourém;
É um despacho que declara um ordenado de €3254 para a Manutenção dos Conteúdos da página oficial do Ministério da Justiça (com remuneração em dobro nos meses de Junho e Novembro…) - via O Castelo;
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Do fundo do Baú

Ric Jo |

Um pequeno tributo ao que foi uma bela vida académica…

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Preços dos CDs

Ric Jo | 18 de Janeiro de 2006
Esta imagem não é mais que um scan do último cd que adquiri, a semana passada, na loja da Valentim de Carvalho de Braga. Trata-se de um álbum dos Air em conjunto com o escritor Italiano, Alessandro Baricco, chamado City Reading. Como podem ver, consegui efectuar uma grande compra, tendo tido um desconto de 90,2%. O maior desconto que alguma vez vi, até. O preço original de €20,40 nada tem a haver com o preço em saldos de €1,99. Nem queria acreditar quando vi o preço. Pensando até que fora um engano de algum empregado ao colocar o preço, dirigi-me ao balcão para efectuar a compra, tendo uma moeda de €2 numa mão e uma nota de €20 na outra (caso o preço real fosse de €10,99 ou €11,99). Mas qual o meu espanto quando apenas precisei daquela singela moeda de €2 para trazer o cd comigo. E o meu espanto porquê? Vejamos então as seguintes contas:

Preço original: €20,40
Preço final: €1,99
Desconto: 90,2%
21% IVA: €0,34
Preço final sem IVA: €1,99 - €0,34 = €1,65

Ou seja, o valor real de venda do cd foi de €1,65. Ora, tendo em conta que a loja não estava em Liquidação Total e apenas em saldos, o meu raciocínio é de que a Valentim não iria vender este cd sem fazer um lucro mínimo. Por mais pequeno que fosse. Não teria muita lógica (visto de facto não estar em Liquidação Total). Então, se ao preço de €1,65 a Valentim vai fazer ainda lucro, questiono-me: qual será o preço de compra do cd por parte das discotecas? E consequentemente: qual o custo de produção do cd? Pois bem, tendo em conta este exemplo e correndo o risco de estar a errar (pois não sei se a Valentim fez, de facto, lucro ou nao com a venda), o custo de produção de um cd não sairá, de certea, a mais de €1. De certeza. E no entanto, apesar de ser (tal como um livro) um produto de cultura, o cd tem sobre ele uma taxa de IVA de 21% (ao contrário dos 5% de IVA sobre os livros). Juntando a este valor o exagero (para não lhe chamar outra coisa) dos preços praticados pelas discotecas, temos os cds à venda por um valor medio de €20. Ou seja, um lucro de 1900% do seu valor de produção.

Para quem, como eu, é um ávido comprador de cds, isto só pode revoltar. E muito. É triste privar as pessoas de cultura, afastando-os com os seus preços exurbitantes e levando a que o castelo de cartas que é a indústria da música se vá desmantelar, até cair totalmente (quando digo indústria da música, refro-me em particular aos músicos e às editoras independentes e não às grandes editoras multinacionais - essas podem bem com as crises). Em relação a este assunto, recomendo também a leitura do seguinte artigo de opinião.

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IKEA vai investir em Portugal

Ric Jo |

Finalmente uma boa notícia ao ver os noticiários.

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Ainda por causa de legalização da prostituição…

Ric Jo |
Concordo com a legalização, mas vamos esperar que o nosso legislador aprenda com os excessos dos outros!
Artigo e comentário enviado pela Zita. Thanks ;)
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Prostituta compensada por danos físicos e morais

Ric Jo | 17 de Janeiro de 2006

Não tenho dados concretos da notícia. Apenas me estou a basear naquilo que ouvi na rádio. Procurei net-a-fora pela notícia, mas nada encontrei para poder ser mais preciso. Então terei mesmo que me basear na memória, sujeito a não estar exactamente correcto.

Então é assim: uma ex-prostituta italiana, de 40 anos e já reformada, foi alvo de uma investigação fiscal italiana, indiciada pelo facto de ter 6 casas e muitos outros sinais de riqueza e de nunca ter descontado para o fisco. A senhora não teve problemas em se justificar, informando que tinha sido prostituta e que por não ser uma actividade legal, não procedeu aos respectivos descontos. Sendo alvo da instauração de um processo, a senhora (bem carregada de dinheiro para poder contratar bons advogados), levou o caso ao Tribunal Europeu, onde justificava que o dinheiro ganho ao longo dos seus anos de prostituição não mais seria do que compensação financeira pelos danos morais e físicos provocados pelos abusos que ela sofreu. E não é que pegou?! A senora foi ilibada. Ficou sem qualquer tipo de castigo e mais importante ainda, ficou com todos os seus euros arduosamente conquistados.

Agora digo eu: não será um grave precedente que se abre? Em caso de igual investigação, não poderão todas as prostitutas levarem o caso ao mesmo tribunal, na certeza de virem a ser ilibadas? Creio que depois disto o único caminho será a legalização da prostituição. Será melhor para todos. Uma actividade perigosa que se tornaria fiscalizada, sujeita a maiores e controlados rigores, baixando a percentagem de doenças transmitidas, aumentando a segurança e bem-estar da prostituta (principalmente) e do seu cliente. E assim as prostitutas contribuiriam igualmente para as finanças do país.

A prostituiçao existirá sempre. Mais vale que seja de um modo legal e seguro que perigoso e ilegal.

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