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O meu Jogral Bar

Ric Jo | 29 de Novembro de 2008

Faz hoje exactamente 3 anos que o Jogral, como o conhecíamos até então, encerrou portas devido a um incêndio. Na altura não sabia, mas era o fim daquele Jogral que grande parte tinha tomado na minha vida. Fiz-lhe aqui no Malibucola um tributo naquele mesmo dia. Mas não seria capaz de o escrever de hoje em dia. Do Jogral do meu tempo (e de muitos antes de meu tempo também) ficou na minha memória, o corredor longo e intimidatório, a mesa de snooker, as setas, os jornais, os bar-mans da altura, a boa música da altura e as infinitas horas de excelentes e marcantes momentos por lá passados, entre outras coisas. De hoje em dia já não é o meu Jogral. Pertence àqueles que têm bem mais pujança do que eu e que ainda têm pela frente muitos anos académicos (e nalguns casos secudários, até). Evolução natural das coisas, suponho. De hoje em dia, não vou a Ourém sem ir lá picar  ponto. Mas o meu Jogral ficará unicamente e para sempre gravado na memória. Nele mais ninguém irá meter pé.

 

Foto do balcão do meu Jogral, tirado e oferecido ao Malibucola, poucos dias antes do incêndio, pelo s0s.

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Kobenhavn iv)

Ric Jo | 28 de Novembro de 2008

moleskine-beers-3.jpg

E para terminar esta série dedicada a Copenhaga, ficam mais duas edições especiais da Carlsberg, produzidos na terra daquela que é “provavelmente a melhor cerveja do mundo” (que não o é), e que tive a oportunidade de beber por lá. Muito boas.

Agora é esperar que o tempo passe rapidamente para que possa novamente beber mas é uma Sagres Bohémia ou um fino Super Bock no país da Sagres a da Super Bock. Já ia qualquer uma das duas, já.

(clicar imagem para maior resolução)
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Marcas
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Kobenhavn iii)

Ric Jo | 26 de Novembro de 2008

More than 6000 police searches since 2004. The safest café in the world.

Eh eh eh… Tabuleta à entrada de um café/bar na ilha da Comunidade Hippie de Christiania, Copenhaga (onde é estritamente proibido pela comunidade local tirar fotografias).

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Sociedade
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Kobenhavn ii)

Ric Jo | 25 de Novembro de 2008

moleskine-beers-cleen.jpg

 moleskine-beers-2.jpg

Um dos maiores prazeres que tenho, já aqui o escrevi, é provar as mais diversas cervejas que existem mundo fora. Tantas quanto puder. Prazer do qual obviamente pude desfrutar em Copenhaga. Carlsberg, para te quero? Muita variedade e muitos graus de álcool (10,6%, 8,3%, etc. etc.). Edições que (infelizmente) não se encontram noutros países. Variados sabores, variados prazeres (uns maiores, outros menores). Muito rótulo para o meu Moleskine, eh eh. Ficam apenas alguns. E virão mais dois daqui a uns dias. Fica também a nota da edição especial de Natal da Carlsberg (2º rótulo). Uma cerveja do melhor que já alguma vez bebi.

(clicar imagens para maior resolução)
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Kobenhavn

Ric Jo |

Este fds tive o prazer de descobrir e estar numa sociedade totalmente diferente de qualquer outra em que alguma vez tenha estado. Pode-se dizer que os Dinamarqueses são exactamente o oposto dos Portugueses. Não é exagero nenhum. Para bem ou para mal, é  verdade. Muito tinha para escrever, mas o cansaço não mo permite. Ficam apenas alguns retratos. Copenhaga: cidade de gente rica, gente organizada, gente respeitadora e gente bonita. Gente bonita sobre duas rodas.

cph-street-art-small.jpg

 Street Art de Copenhaga. Obviamente referência às bicicletas e ao frio.

cph-bike-cemetary-small.jpg

Cemitério de bicicletas, sob a água congelada do canal.

cph-bike-frenzy-small.jpg

Bicicletas em todo o lado. Bolas vermelhas pintadas na estrada significa que só passa bicicleta e autocarro. Nada de automóveis. E bares, muitos deles associados ao movimento ciclista.

 cph-bike-park-small.jpg

Bicicleta aqui, bicicleta ali. À esquerda, a neve sob os veículos de duas rodas estacionadas na noite. À direita, uma pequena parte do parque de estacionamento de bicicletas da principal estação de metro de Copenhaga, Norreport.

(clicar imagens para maior resolução)
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Fotografia, Sociedade
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Brasil 6 – Portugal 2

Ric Jo | 20 de Novembro de 2008

A ironia do que se está a passar com a Selecção Portuguesa é que Queiroz convoca os jogadores que qualquer pessoa com olhos e especialmente cabeça convocaria, ou seja, os jogadores que merecem ser convocados, algo que não sucedia na Selecção Nacional desde dos tempos de Humberto Coelho, talvez. Queiroz convoca aqueles que demonstram estarem em melhor forma nos seus clubes e independentemente dos nomes. Ao invés, Scolari convocava a sua familia, os seus amigos. Aqueles que lhes eram especiais. Independentemente da sua forma e do merecimento.

Queiroz não obtém resultados. Scolari obteve. Esta é a ironia. Mas para ser franco, tirando os sub-21 Portugueses, Queiroz não teve sucesso em absolutamente nenhum local por onde passou. E esta sua passagem actual pela Selecção Nacional vem apenas confirmar esta envidência. Está negra a coisa.

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Amor à camisola

Ric Jo |

coreografia-faixa-nn-gigante.JPG

Digam o que disserem, mas fazer-se o sacrifício de infringir a lei, vendendo armas e droga, com o intuito de ver o Glorioso jogar, é em si um gesto de uma grandiosidade enorme. É elevar a palavra adepto a um outro patamar mais além. E ainda querem prender os senhores… Já não há amor clubístico como o demonstrado pelos No Name Boys. Essa é que é essa.

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Desporto, Sociedade
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Procura-se

Ric Jo |

 Sou jovem e com muito ainda para dar. Procuro um Fórum interessante que ocupe algum do meu tempo e ao qual me possa dedicar. Estou interessado em aprender e, caso a oportunidade surja, ensinar um pouco também. Trocar opiniões e pontos de vista, matando algum (pouco) tempo morto que por vezes se tem na net. Já tenho experiência em alguns Fóruns com que anteriormente me envolvi, mas entretanto perdi o interesse neles ou então afastei-os de mim. Se és um Fórum, ou conheces algum que cumpre os parâmetros que desejo e que tenha algo em comum comigo, por favor, deixa comentário.

Lol. Havia de ser qualquer coisa assim, tão fácil, inspirado naqueles anúncios foleiros de homens de meia idade que anunciam no Correio da Manhã que procuram parceiras respeitáveis e companheiras para o resto da vida. A verdade é que curtia mesmo encontrar um Fórum onde se possa aprender qualquer coisa. Som, política, arte. Whatever. Caso frequentem algum porreiro ou conheçam algum bacano, recomendem please.

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Dureza com dureza se combate

Ric Jo | 18 de Novembro de 2008

domestic-violence.jpg

Os Ingleses têm por hábito utilizar o tratamento de choque quando tentam lidar com certos problemas na sociedade. Obviamente que não em todos os casos. Mas em muitos deles, especialmente nos problemas relacionados com o vício, seja ele do tabaco, do álcool, da velocidade na estrada ou da violência. Eles não têm lampejo em chocarem as pessoas de modo a levá-las a alterarem as suas atitudes. E dado que esta política é utilizada há tantos anos, suponho que dá resultados. A continuar, portanto.

Não é incomum ir-se num autocarro/metro, ler-se um jornal ou ver-se a televisão sem ouvir/ler que num choque de automóvel a 50 milhas por hora, os nossos pulmões (por exemplo) continuam a viajar a não-sei-quantas-milhas-por-hora até embaterem na nossa caixa torácica, onde acabam por se romperem, provocando, naturalmente, a morte; Ou que nos elogiem por reciclarmos as garrafas de vidro que temos por casa, em número considerável, para em seguida afirmarem: “Wow… Tu bebes bué”; Ou, finalmente, que nos perguntem se tivemos um mau dia de trabalho e como é que nos vamos aliviar. “Com um copo de vinho? Uma bela refeição? Partindo o maxilar à nossa esposa?” (ver imagem).

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Sociedade
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Ainda em órbita

Ric Jo |

planet_pluto_300x300.gif

Se eu pudesse, acreditem que abdicava da necessidade fisiológica de dormir. Há tanto que eu tenho para fazer e muito mais ainda que eu curtia poder fazer. Dormir é um desperdício de tempo. Facto. Mas é essencial. Outro facto. Porra. Se eu me pudesse multiplicar, então…? Népias. A verdade é que ando a trabalhar num projecto novo (que deverá ver a luz do dia em inícios de ‘09) e entre este blog, outras leituras, guitarra, telefonemas de emigrante e ter uma vida social, ando a deixar o Plutão Anão para trás. Mas é mesmo apenas por falta de tempo. Porra novamente. A gravação do próximo podcast já vai a meio (há tanto tempo) e prometo que não o deixarei sair de órbita. Ainda para mais, incentivo não me falta quando tenho mais de 300 (!!!) downloads and counting (fora as audições em streaming) num dos programas, como é o caso do Programa # 10, dedicado ao Grunge. Números lisonjeiros para este rapazito da rádio muuuuuuito amador.

Plutão Anão #12 para breve. Prometo.

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Plutão Anão
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Reserva’98

Ric Jo | 14 de Novembro de 2008

Foda-se, o que eu não dava agora por um frango assado do Feira Nova, um pão tigre do mesmo estabelecimento, um pacote de Lays Vinagreta e umas Carlsbergs (deja vu). Se pudesse juntar-lhes em som de fundo o Black Market Music dos Placebo, recuar o tempo para o início desta década e fazer isso tudo por Braga, seria pedir muito?

Não há vida como a Académica. Não há não.

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Braga, Devaneios
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Por dentro? Por fora?

Ric Jo | 12 de Novembro de 2008

tsjumpovnvbl.jpg

Preciso urgentemente de um curso intensivo sobre como usar uma camisa com uma camisola por cima. Pela primeira vez desde do uniforme da Escola Primária, vejo-me forçado a fazer tal coisa. E se bem me lembro, usar as golas por fora era um bocado gay e evitava-se ao máximo. E agora, ainda é assim? E camisa às riscas, pode-se usar debaixo de uma camisola às riscas ou terá de ser lisa? E vice-versa? Estas são apenas algumas das muitas questões com que actualmente me dou de frente. Tou completamente às escuras. Puta que pariu as camisas.

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Devaneios
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Tenor Jaws

Ric Jo | 10 de Novembro de 2008

jaws.jpg

Ao saber a semana passada que Grace Jones cantava (noticiado aquando da apresentação do seu novo álbum à imprensa), a seguir à sensação inicial de choque, a primeira imagem que me veio à cabeça foi a de Jaws agarrado ao micro num qualquer estúdio a debitar notas à tenor. Desde que me conheço, Grace Jones era unicamente May Day, vilã de James Bond. Jamais ousei sonhar que May Day tivesse tido uma carreira musical. E quem me dera ter continuado na minha ignorância, dado a qualidade muuuuuuito duvidosa do trabalho musical da senhora.

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Cinema, Som
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Overstatements

Ric Jo | 6 de Novembro de 2008

obama-flags-585_427043a.jpg

O que aconteceu na madrugada de ontem foi, de facto, um momento histórico. Mas foi um momento histórico simplesmente porque Obama foi o primeiro Afro-Americano a ser eleito para Presidente dos Estados Unidos e não porque o Super-Homem tenha chegado ao lugar mais poderoso do Mundo. Dizer-se que esta eleição marca o fim, ou início do fim, do racismo e achar-se que brancos e negros passaram-se a dar sem problemas de forro racista, da noite para o dia, é uma autêntica utopia. Fez-se história, sim. Mas não se aboliu o racismo nem ele deixará (infelizmente) de existir. Acredito em mudanças na direcção política dos E.U.A. e consequentemente na direcção política do Mundo, mas não sou ingénuo ao ponto de pensar que a partir de agora vai ser mais fácil a um negro obter emprego ou simplesmente ser tão respeitado como um branco nos E.U.A.. E isto para não falar noutro overstatement que é acreditar-se que de repente todos os males terão solução e que todas as soluções a serem apresentadas serão boas. Obama é Humano. E Ser Humano erra.

Apesar disto tudo, agora é tempo de saborear, acima de tudo, a onda mais liberal e tolerante que soprará por Washington.

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(my) Stencils | Discontinued series

Ric Jo | 5 de Novembro de 2008

disc-02-gwb.jpg

Cromo nº 2. E que grande cromo.

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Arte
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Novo capítulo

Ric Jo |

obama.jpg

Escrevo este post várias horas antes de se saber o resultado das eleições Presidenciais Norte Americanas. É um autêntico tiro no escuro. Mas à confiança. Chegou a hora da mudança.

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Polítiquices
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Ninguem pára o Benfica

Ric Jo | 4 de Novembro de 2008

imagens_112011.jpg

O S.L. Benfica vive actualmente aquilo a que considero uma bolha temporal irrealista, onde jogadores de claro nível mundial, como é o caso de Suazo por exemplo, estão apenas de passagem para relançamento das suas carreiras, com bilhete de partida já marcado com quase toda a certeza para após o final da presente Liga Sagres. O que me preocupa é estar a ser mal habituado este ano com tanta classe na frente de ataque e ter que voltar à triste realidade de ter pontas de lança do nível de Makukula, Karadas, Bergessios e companhia, após esta época. De forma alguma qualquer clube Português pode realisticamente suportar salários de vários jogadores deste gabarito (sempre quis usar esta palavra, caramba). Entretanto, a equipa passados três anos começou finalmente a ganhar jogos e o Sr. Vieira, depois de largos (e óptimos!) meses de silêncio, tratou logo de dar início aos seus discursos populistas. Tá visto que o seu novo perfile low-profile era bluff. Ele estava tão bem caladinho.

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Dananananaykroyd

Ric Jo | 3 de Novembro de 2008

danalogo2-1-1.jpg

É público o desgosto que apanhei por deixar Paris para trás, apesar de voltar para uma casa que bem conhecia. Mas apesar desse desgosto, uma coisa é certa, por Londres tenho um maior acesso àquilo que de novo se vai fazendo numa área das artes que tanto me agrada: a música. Simplesmente pelo facto da língua me ser natural, tenho uma muito maior tendência para ler material sobre música e sobre a onda indie que percorre a cidade de Londres. Aliás, de hoje em dia, ao que parece, o que é indie é o que está a dar por cá e esta etiqueta anda a ser usada totalmente em vão em tudo que debita informação musical, tornando mais difícil o processo de triagem do que é verdadeira e genuinamente indie, daquilo que simplesmente vai na onda do mesmo.  Se bem que na realidade, indie ou cowboy, pouco interessa. Desde que tenha qualidade. Por Paris, ler uma revista de música requeria mais para além da simples atenção e gosto. Fazia-se, mas porra, que puta trabalheira (quem por acaso estiver interessado, recomendo a leitura do Le Mag Indie Rock, por exemplo). Por cá, lê-se enquanto um diabo esfrega um olho e com tanta viagem de transporte público que faço, tanto diariamente como ao fds, há sempre tempo para pôr a leitura em dia. E depois, também é engraçado ter a possibilidade de ler sobre os locais where it’s at e depois poder mesmo lá ir ver e ouvir com os próprios olhos e ouvidos, algo a que estive muitos anos vetado em Portugal por simplesmente não viver em Lisboa. E não fosse o acto de respirar em Londres tão caro, com certeza que tiraria ainda mais proveito. Mas já não me posso queixar. Aos pouco vou conhecendo os cantos à casa que mais me interessam (contando também com a ajuda preciosa de quem já por cá andava) e devagarinho a coisa vai-se fazendo.

Esta lenga-lenga toda apenas para apresentar uma banda que por aqui descobri e que recomendo a vós todos. São de Glasgow (há uma fornalha que anda a sair de lá) e chamam-se Dananananaykroyd (que grande homenagem aos fabulosos Ghost Busters!). Não me vou pôr aqui a fazer aquelas descrições manhosas que muitas vezes se lê na literatura musical, quando alguém descreve uma banda como se de um vinho se tratasse, indo buscar frases cujo sentido é no mínimo altamente ambíguo e comparações e inspirações artísticas das mais recônditas que existe. Não, não é isso que vou fazer. Apenas aconselho este bom som àqueles que curtam Pixies, Clap Your Hands Say Yeah e (pasmem-se!), os Zen. Esses mesmos, os Portuenses. Têm lá traços (involuntários, obviamente) desses senhores pelo meio.

A voz do vocalista Calum Gunn acaba por ser um pouco cansativo ao fim de algum tempo (tal como acontece com Black Francis nos Pixies, por vezes), mas outras vezes é surpreendente a pujança com que o senhor canta. E quando a banda toca alguns dos seus temos mais low-key, com uns riffs bem fixes, o homem canta em tons mais suaves e a coisa ainda é melhor.

O myspace da banda é aqui, onde podem ouvir 6 temas do seu EP de estreia, Sissy Hits, editado pela Holy Roar Records e que pode ser adquirido pela módica quantia de £5 (o meu já vem a caminho!) no site da editora. Para finalizar, deixo o link dum vídeo bacano duma versão especial do tema Black Wax, tocado pelos Dananananaykroyd para a revista The Fly.

Isto eram para serem apenas duas frases de recomendações, garanto-vos, mas os dedos é que mandam…

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Um fds por Cambridge

Ric Jo |

A bela cidade pitoresca; os Colleges da relva perfeitamente aparada que só se pode pisar com a presença dum professor;  a maça de Newton; o DNA de Watson & Crick; o Electrão de Thomson; o The Eagle Pub com os seus troops da United States Air Force, o Junior & Cª e o amor à pátria Americana; o Hélder, o Hugo e o Anil; Momentos Bracarenses revividos num cenário académico perfeito. Thanks for the great week end.

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