Lá vai a apitar…
Ric Jo | 26 de Dezembro de 200840 macacos e uma Locomotiva. Vai ser a puta da loucura este Sábado pela Cidade Pequena! All aboard… eh eh. Bom Ano a todos.
40 macacos e uma Locomotiva. Vai ser a puta da loucura este Sábado pela Cidade Pequena! All aboard… eh eh. Bom Ano a todos.

Este foi o post mais votado do ano de 2008 no fabuloso site Design You Trust. Chama-se Alien Rape Attack e foi a peça de arte mais votada pela comunidade. Mas não é a minha favorita (de longe!). O post que mais curti este ano chama-se Coffee Kiss. Vale bem a pena verem. Muito, muito bom.

Super Deluxe Edition (2-disc set plus DVD, 4 LPs and replica cassette in linen-covered, slip-cased clamshell box):
· Disc 1: original Ten tracklisting digitally remastered (original mix)
· Disc 2: original Ten tracklisting digitally remastered and remixed by Brendan O’Brien, plus six bonus tracks: “Brother,” “Just a Girl,” “State of Love and Trust,” “Breath and a Scream,” “2,000 Mile Blues” and “Evil Little Goat”
· DVD of Pearl Jam’s previously unreleased 1992 MTV Unplugged performance including never before seen bonus performance of “Oceans” with 5.1 surround sound audio remix
· LP 1: original Ten tracklisting remastered for vinyl
· LP 2: original Ten tracklisting remastered for vinyl and remixed by Brendan O’Brien
· LP 3 & 4: Drop in the Park – Live at Magnuson Park in Seattle on September 20, 1992 (audio mixed by Brendan O’Brien)
· Cassette: replica of original “Momma-Son” Pearl Jam demo cassette featuring “Alive,” “Once” and “Footsteps”
· Package also includes an Eddie Vedder-style composition notebook filled with replica personal notes, images and mementos from the collections of Eddie Vedder and Jeff Ament, a vellum envelope with replicated era-specific ephemera from Pearl Jam’s early work and a two-sided print commemorating the Drop in the Park concert.
Já agora, antes de partir, deixo a porta aberta para que escolham os vossos álbuns favoritos deste ano de 2008 (encontram também vários álbuns não-alternativos por lá, por isso não se assustem! Lol). Para tal, basta clicarem AQUI ou ali em cima, onde refere a Sondagem. Cheers ;)
Os 16ºC que se sentem na rua em Portugal durante este tempo festivo, vêm provocar um pouco de confusão quando me tento contextualizar naquilo que costuma ser esta época festiva. Mas esses 16ºC são muito bem vindos. Obviamente. Para me manter em contacto com esta época Natalícia (que já admiti aqui há uns anos ser a minha época predilecta), serve o acompanhamento da centena de mails trocados para a organização desse sempre Mega-Wega-Jantar de Natal Oureense, que este ano será mais Jantar-Imediatamente-Após-o-Natal e que mais uma vez voltará a misturar alhos com bugalhos (e é mesmo isso que se quer do jantar de Natal, não fosse a sua tradição essa mesmo!); os reencontros natalícios Bracarenses, que apesar de serem em menor número este ano e a virem-se a realizar (alguns deles) também após o Natal, cumprem sempre o seu papel; e o regresso à Cidade Pequena, para voltar a estar na companhia daqueles e daquelas que só por lá estão todos juntos num único fim de semana: o de Natal. E quanto mais não seja, essa é uma razão mais que suficiente para tornar esta a minha época predilecta do ano.
Apetecia-me ainda falar de muita coisa antes de fechar para esta semana de festas. Mas dado a ligação à net ser bastante frágil por esta altura do ano (e algo de importância secundária, diga-se a verdade), esta hora deve antes servir para fugir da frente do ecrã do portátil. E assim vou fazer. É agora tempo de dar o malho nos patins em linha recentemente recebidos. Eh eh. E assim, com o Vanilla Ice que encontrei e fotagrafei junto à Ópera de Copenhaga e envolto no espírito da época, desejo-vos um Merri Crítma, assim mesmo, num inglês regado com o belo sotaque Português nas cantigas Anglo-Saxónicas que por cá se ouvem durante o Natal.
Escrevo ao som de acordes que me fascinam, que me transportam para locais longe daqui, mas que estão bem próximos de mim. No pensamento ecoam os sons das vozes das pessoas, o som das cordas das guitarras, das garrafas a baterem umas nas outras, dos talheres a baterem nos pratos, das asneiras e das asneiradas, das amizades, das alegrias e das tristezas. Falam em línguas diferentes, mas no fundo todos querem dizer exactamente o mesmo. Fecho os olhos e vejo aquelas páginas por onde passam muitas letras, A-B-C-D-E-F-G. Mas não se trata do abecedário. Tratam-se de combinações divinais, que juntos nos transportam. Ouvi dizer que existia um acorde secreto, dizia alguém. Existem muitos. Manchados pelo tinto do sumo que a terra deu, marcado pelos rasgões de muitas horas de viagem. Preciso de beber deste sentimento, destas vivências, como quem precisa de cordas vocais para cantar ou de palmas para ritmar. Seja envolto de arcebispos, de queijo & vinho, de planaltos & torres ou de ostras & buracos a ter em atenção, quero é reviver.
Imagino-me, bem breve, a caminhar calçada acima, calçada abaixo. Imagino-me a olhar em meu redor, a fechar os olhos e a reviver de perto, em pessoa, àqueles sons, cheiros e brisas tão característicos. Viverei cada segundo como se de um dia se tratasse. Absorverei tudo o que fizer com que os meus sentidos se despertem, para os depois guardar novamente e lavá-los de volta comigo.
Chegada está a altura das listagens de melhores álbuns deste ano que agora finda. E como tal, apresento também os meus favoritos pessoais de 2008. Os cinco álbuns que pessoalmente acho que estiveram acima de quaisquer outros que tenham sido lançados este ano.
Destaco cinco álbuns em geral, mas destacando apenas um deles como o meu favorito de todos. E esse tem o nome de Third e é precisamente o terceiro álbum de originais dos Ingleses Portishead. Um álbum absolutamente fabuloso e, a meu ver, superior aos dois primeiros trabalhos de longa duração do trio de Bristol. Depois de uma prolongada ausência, Beth Gibbons & Co. voltaram em grande forma, conseguindo fazer evoluir o seu som característico, não se limitando a produzir mais do mesmo (que já era muito bom), brindando-nos inclusivamente com uma combinação do folk com a electrónica. Os fabulosos samples de sempre, a voz inconfundível da Miss Gibbons e… até um ukulele! Como tema principal, destaco o The Rip, tema inclusivamente covered por Thom Yorke & Johhny Greenwood (Radiohead). All in all, um disco que me cativou e… surpreendeu, o que para um banda que regressa após uma paragem de sensivelmente 10 anos, é obra.
Os restantes quatro discos que destaco para o ano de 2008 são, ordenados alfabeticamente e não por preferência, os seguintes:
Não me vou prolongar agora sobre estes quatro fantásticos álbuns (talvez escreverei umas linhas nos próximos dias), mas apenas quero salientar o facto de três deles corresponderem a álbuns de estreia (Fleet Foxes, For Emma, Forever Ago e The Age of the Understatement), que o folk/acústico é factor dominante e de salutar as fabulosas harmonias das vozes dos senhores dos Fleet Foxes, a fazer lembrar os Beach Boys e que curto tanto ouvir numa banda!
Qualquer um destes cinco álbuns são garantia de tempo bem passado. E como é óbvio, recomendo vivamente. No seguimento deste post, abri uma votação para que possam também fazer a vossa escolha dos 5 melhores álbuns ou EPs de 2008, para findo a votação, os apresentar no podcast Plutão Anão. Fica o convite para que votem (ver barra lateral direita para saber onde) e o agradecimento para o caso de o fazerem. Boas escutas e boas votações.
Está em destaque (e bem) n’A Lei de Murphy a abertura da loja online da editora Flor Caveira (Os Pontos Negros & Tiago Guillul, entre outros), com preços absolutamente incríveis (2,5€ nalguns casos, tudo com portes incluídos) de todo o catálogo da editora Portuguesa. Com estes peços, não há mesmo desculpa para não se adquirir um álbum ao invés de sacá-lo. Seguissem outras editoras o exemplo da Flor Caveira e desconfio que a tão propalada crise da industria da música não seria o que supostamente é.
Destaque também para outra editora Portuguesa, de seu nome Merzbau, que para além da venda de edições físicas, disponibiliza para download gratuito todo o seu catálogo.
Há que incentivar e apoiar estas pequenas editoras, que para além de disponibilizarem excelentes serviços como os que destaco aqui, são importante veiculo para que bandas de garagem consigam ver a luz do dia. Eu queria ter uma só para mim. Quem sabe um dia. Eh eh.
Que filha da putice. Tá visto que em Portugal não há mesmo ninguém com poder político que escape à escumalha da corrupção. Jorge Coelho era um daqueles políticos que eu ingenuamente julgava que andasse naquilo por amor à causa. Julgava-o dos mais honestos enquanto andou por lá, apesar de ter sido posteriormente nomeado CEO da Mota-Engil, com as óbvias relações preversas que isso supõe. Nunca quis cair na conversa fácil do povinho e dizer que é tudo uma cambada de corruptos e filhos da puta, mas depois de notícias como a que O Público publicou (e bem), já não tenho dúvidas de que isso é verdade. Estou veradadeiramente decepcionado com a política e os políticos. Para mim chega. Cambada de corruptos e filhos da puta.

Nunca ter escrito aqui umas míseras linhas sequer sobre este álbum nos dois anos que se sucederam ao seu lançamento, foi uma das maiores injustiças que alguma vez cometi. Imperdoável. Falo do álbum segundo álbum do Canadiano Patrick Watson, intitulado Close to Paradise (Secret City, 2006).
Descobri-o através do jornal Ípsilon, por altura do seu lançamento. Basicamente apenas tendo como referência influências de Jeff Buckley (que as há, mas apenas na voz e não na música), fiquei um pouco desconfiado. Mas após difícil sacanço na net e posto o álbum à prova durante várias audições, rapidamente este Close to Paradise passou a figurar bem alto na miha lista de play count do meu ipod e itunes.
Os falsetes à Jeff Buckley estão lá, é um facto. Mas começa e acaba aí a injusta constante colagem de Patrick Watson ao autor de Grace, que a imprensa da especialidade teima em fazer. Close to Paradise é uma viagem por um mundo de fantasia, feito de piano, xilofones, vozes em overlap, instrumentos de sopro, instrumentos de cordas e harmonias & melodias fabulosas, para além de uma voz fenomenal também. Quando tranquilidade é a palavra de ordem, esta é das minhas primeira opções. E para o inverno que aí vem, com a chuva e o frio lá fora, envolto pelo calor cá de dentro, perfeito.
E porque acho que este álbum merece ser ouvido, deixo aqui o link pelo qual podem descarregar este Close to Paradise. Uma excepção que abro, para um álbum excepcional. E depois de se entranhar e gostar, toca a comprar. Boa? Eh eh.
Quem inventou a expressão “boa dor de cabeça” não sabia a puta da parvoíce que estava a dizer. Dores de cabeças boas como a que tenho neste momento, dispensava de boa vontade. Decisões que definem a vida nunca são boas.
Desde ontem (1 de Dezembro) que essa puta malvada, também conhecida por taxa alfandegária, foi abolida para produtos comprados fora da União Europeia através da internet, até €150 de valor (ao contrário da aberração anterior dos €22). Só isso já seria razão suficiente para haver feriado ontem. Com a Dolar fraquinho, fraquinho, esta nova lei em vigor e o Natal à porta, querem melhores razões do que estas para se começar já a comprar? MBNet, Paypal e C.ª, para que vos quero?
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