Cá ficam então, como prometido, umas fotos do azulejo à luz do dia. Coolio.
Arquivo da Categoria ‘Arte’
Depósito de Água (Ourém) – stencil
Domingo, 4 de Dezembro, 2011Clearly
Sábado, 3 de Dezembro, 2011Some of the coolest wall photos on facebook. But of course.
Finally, Street Art hits Ourém
Sexta-feira, 25 de Novembro, 2011
Recebi estas duas imagens relativos a um stencil colocado em Ourém há dias, relacionado com o antigo depósito da água deitado abaixo pelo anterior executivo. É com bastante agrado que assisto à existência de street-art pela cidade pequena, por mais pequeno que seja. Amanhã à tarde já lá irei dar uma espreitadela, ao sabor dos raios solares.
Restos
Quinta-feira, 10 de Novembro, 2011
do meu primeiro stencil físico. Apesar de me doer o pulso, estou muito satisfeito com o resultado obtido. Não o posso é mostrar (já?). Mas foi bom passar do ecrã do portátil para o papel e x-acto. Próximo passo, uma parede. But shhhhh.
Tipo, os Nirvana
Sábado, 5 de Novembro, 2011É do meu tempo, acompanhou-me na adolescência, tinha pinta na altura e, passados estes anos todos, continua a ter. Helena Christensen, fotografada por Guy Aroch.
Uma sessão com pinta & beleza, raridade num mundo inundado de inconspicuidade. Via Fashion Gone Rogue.
Boa pá
Terça-feira, 31 de Maio, 2011Art attack
Terça-feira, 26 de Abril, 2011Novo Banksy, pintado neste fds de páscoa pelas ruas por cá. Wham bam thank you mam. Via Street Art London.
Pode a arte mudar o mundo?
Domingo, 13 de Março, 2011Apresentação do street-artist Francês que decorou favelas do Rio de Janeiro, JR, para a Ted – ele que lançou em Janeiro deste ano o seu filme ‘Women Are Heroes’.
Vinte e quatro minutos bem empregues
Auto retrato
Sexta-feira, 4 de Março, 2011Eric Testroete em três dimensões e em papel. Que tal um desfile de carnaval de cabeçudos deste género?
O Museu em Ruínas
Quinta-feira, 24 de Fevereiro, 2011Já vai com uns dias de atraso, dadas as mudanças que estive por aqui a fazer. Mas mesmo assim, e dado também a qualidade da exposição, certamente que valerá mais tarde que nunca. O Museu de Arte Contemporânea de Elvas apresenta actualmente uma exposição fantástica de nome ‘O Museu em Ruínas’. E para tal exposição, convidou dois grandes nomes da street-art Portuguesa: Vhils e MaisMenos.
Já ando para escrever sobre Vhils (Alexandre Farto) há muito tempo, não tendo tido reunido ainda as forças necessárias que tal artista merece. Enquanto isso, vou-me entretendo e deliciando com alguns dos seus trabalhos de ruas encontradas aqui por Londres – a isto voltarei num futuro breve, prometo.
Mas por Portugal e não Londres têm os Portugueses uma oportunidade fantástica de ver alguns dos seus mais recentes trabalhos. Dele e de MaisMenos, igualmente soberbos. Ambos em exposição em Elvas.
Não consegui descobrir até quando decorre esta exposição, mais fiquei ruído de inveja de quem pode pegar no carro e fazer deste um pretexto para um fim de semana diferente.
Podem ver mais fotos da exposição e um vídeo ali na Stick2Target, referência maior para este artigo e fonte destas fotos.
Coolio
Quinta-feira, 10 de Fevereiro, 2011Portugal of London
Segunda-feira, 27 de Setembro, 2010É um tanto ou quanto bimbo e feio, esta minha proposta para bandeira da comunidade Portuguesa de cá. Mas quem anda aqui por Londres perceberá a razão da sua existência. Verdade é que por estes lados, não são apenas os Galos de Barcelos ostentados pelos franchises de frango assado do Nando’s que identificam marcas Portuguesas (sim, sim, sei que o Nando’s era de um emigrante Madeirense com residência na África do Sul) rua sim, rua não. Com o desenvolvimento da tecnologia de transmissão via satélite, tornou-se bem mais fácil de hoje em dia adquirir-se um pedaço de metal redondo pendurado na parede de casa virado para o Hispasat e desta forma estar mais próximo d’O Glorioso e de Portugal. Começaram a aparecer como cogumelos as parabólicas da (então) TV Cabo em muita parede de muito prédio de zonas de Londres, tornando-se assim facílimo identificar-se onde estará localizado uma comunidade de Portugueses. Serve ao menos o consolo de saber-se que, pelo menos na teoria, serão aquelas ruas circundadas de imensas parabólicas da (agora) Meo e Zon mais seguras para se caminhar. E é quase certo o cheirinho a sardinha ou a voz da Amália ou do Quim a fugirem janela fora, fazendo-nos companhia enquanto descemos a rua.











