True colours
Ric Jo | 8 de Fevereiro de 2010From now on, if it’s got my colours, then it’s powered by me.
Oriops
Ric Jo | 16 de Janeiro de 2010Um homem contenta-se com pouco
Ric Jo | 12 de Janeiro de 2010
Produce of Portugal*
Monte Velho. Esteva. Casal Dos Frades. São três nomes que me acompanharam no regresso a Londres. E apesar de haverem nomes portugueses de maior beleza, estofo, requinte ou fama, estes três, singela e humildemente expostos ali em cima do balcão da cozinha, provocam-me um riso maroto de cada vez que olho para eles. Vão me proporcionar uns belos momentos de prazer. Tá-se mesmo a ver. Seus malandrecos.
Venha o Chile, Argentina ou a Califórnia. Não há sulfito que me contente tanto como o dos Portugueses. E olhem que bem me tenho andado a esforçar no último ano para contrariar tal sentimento. Mas não vale a pena. What’s a man gonna do? Ceder. Nada mais.
* É uma pena que alguém que perceba de Inglês finalmente tenha informado a quem de direito que a dita frase estava mal escrita. Depois de tantos anos, uma pessoa já estava afeiçoada ao erro.
Eu.
Ric Jo | 7 de Outubro de 2009Em versão reserva. Quiçá, o único momento em que vou bem com uma refeição.
Championship Manager a la Radiohead
Ric Jo | 26 de Agosto de 2009Houve uma altura da vida em que julguei que o meu vício pelo Championship Manager / Football Manager me fosse durar a vida toda, tal o estado entranhado em que estava naquele que era o único jogo que instalava no computador. Puro engano. De hoje em dia já não o jogo. Mas a Eidos (que há uns anos se separou da Sigames – esta última acabou por produzir o FM), após perder muito dos seus treinadores de bancada para o jogo da Sigames, teve a ideia a la Radiohead e decidiu cobrar aquilo que tu quiseres pagar pelo mais recente jogo. Pessoalmente, já não tenho pachorra para sacar jogos, arranjar cracks (e os que o FM exige não são nada simples) e actualizar a base de dados de forma ilegal. Vai daí, decidi aceitar a proposta da Eidos e lá paguei um penny por aquilo (mais as £2,50 de custos de serviço). O mais provável é nem o jogar, mas nunca se sabe. É que treinar bonecas em 3D deve ser bem diferente do que treinar frases escritas ou discos. E um treinador nunca se deveria retirar definitivamente antes de o experimentar
Picando o Ponto
Ric Jo |Não estava para aqui vir durante estas duas semanas, mas net com downloads ilimitados apenas por se aderir ao débito directo, é de homem. Fiquei positivamente surpreendido com esta solução da Sapo. Se bem que, no estado actual das coisas, um débito a 30 dias já é uma sorte cobrar, quanto fará um débito directo. Daí a oferta boa, pois claro. Upa.
Are You Kidding Me?
Ric Jo | 10 de Agosto de 2009Três semanas na rede é muito tempo. Acontece muita coisa. Estando três semanas ausente dela, muitas coisas passam-nos ao lado, obviamente. Em três meses em Portugal, muita coisa pode acontecer, é certo. Três meses de ausência de Portugal leva também a que se perca por vezes o fio à meada a certas coisas. Mas Portugal é sempre Portugal e a coisa mantém-se a modos que contante, sem grandes surpresas em perspectiva. Mas por favor, digam-me que isto não aconteceu, que é brincadeira de mau gosto de alguem que domina a arte das montagens. Mesmo que a revista em questão tenha uma qualidade muitío duvidosa, há certos riscos que não se pisam.
Week End Tastes
Ric Jo |
Descoberta de fim de semana por intermédio de uma amiga. Não costumo ser fã de cidras, mas esta de pêra da sueca Kopparberg é mesmo muito boa. Definitely recommended.
Noutra nota, destaque para a recém lançada cerveja escocesa ‘Tokyo’ com 18,2% (dezoito vírgula dois) de álcool. É só tontos.
Wimbledon 2009
Ric Jo | 23 de Junho de 2009Chegou aquela fantástica quinzena do ano em SW19. Refiro-me, pois claro, ao torneio do All England Club – o Wimbledon. Sempre gostei de acompanhar este torneio, mas agora que estou mais de perto da acção, é com prazer redobrado que o faço.
No emprego estou completamente rodeado por fanáticos do golf, corridas de cavalos, cricket, rugby e remo. Deportos bastante enraizados na sociedade Inglesa, aos quais dedicam toda a atenção e respeito por todo aquele mundo de estiqueta e tradição associado a cada desporto, como os Ingleses tão bem sabem fazer.
Visto que não nutro grande amor por nenhum dos desportos acima nomeados (se bem que com tanta dose, comece a perceber um pouco a piada do golf), é com regojizo que recebo estas duas semanas de mais um desporto extra-futebol adorado por terras de Sua Magestade: o ténis. E neste caso, toda aquela pompa e circunstância tradicional Inglesa que envolve o Wimbledon atrai-me bastante, e já me via a tomar o chazinho mais as damas enquanto via uma partidazinha no Central Court. A própria estação de underground de Southfields (a mais próxima de Wimbledon) econtra-se toda ela vestida de relvado de ténis. E a obrigatoriedade da roupa branca no Wimbledon foi sempre um extra especial ao qual Roger Federer e a Nike têm dado especial atenção nos ultimos três torneios. E este ano, depois da pinta do cardigan do ano anterior, não pude deixar de deliciar-me com a linha do equipamento de Federer deste ano (foto), com especial destaque para o seu waistcoat. Muita pinta.
E para dar um toque ainda mais saboroso a este All England Club, a presença dos tenistas Portugueses, que finalmente parecem estar a construír as bases para um futuro risonho. Destaque especial para o wildcard Michelle de Brito, que já passou à segunda ronda e não para de aparecer nas back pages dos jornais de cá, embora pelas piores razões. Nao pares de berrar, miuda mulher.
Ajuda precisa-se
Ric Jo | 29 de Maio de 2009
Este é um apelo a todos os racers e tunnings que andam por aí fora! Preciso de comprar carro e sou pouco dado a estas coisas. Acho que nunca comprei uma revista de automóveis na vida e as únicas que li foram aquelas existentes nos cabeleireiros e porque não havia mais nada para ler, eh eh.
Mas chegou a altura de eu dar o devido valor ao vosso conhecimento e paixão! Acontece que preciso de comprar um automóvel e como já referi, não sou muito dado ao dito mercado. Interessa-me apenas que ande, que dê para ouvir CDs ou ligar o ipod e que seja minimamente decente. Mais nada. Não me interessam quantos cavalos tem ou a junta da cabeça do motor. O único pormenor técnico de performance que me interessa é o consumo, ou seja, quantos litros aos cem ou quanto miles per gallon o jovem faz. Ponto final.
Sendo assim, fica o meu pedido de auxílio: no mercado dos carros em segunda mão, ou seja, com modelos até 2006 ou 2007, quais os carros mais económicos recomendados? É para andar de autoestrada em 90% do seu tempo, fazendo cerca de 80 Km por dia. Estava a pensar em qualquer coisa no segmento dos superminis, ou seja, Ibizas, Yaris, Aygos, C1s, C2s, Peugeot 107s, Fiestas, etc. etc.
E pronto. Fica aqui o apelo feito ao pessoal dos carros. Parece brincadeira, mas é mesmo a sério. Lol. Portanto todas e quaisquer propostas serão bem vindas. E desde já, o meu obrigado pela ajuda.
The T-Mobile Dance
Ric Jo | 20 de Janeiro de 2009Plena estação de Liverpool Street, Londres, a semana passada. Um publicity stunt fabuloso protagonizado pela empresa Saatchi & Saatchi para a operadora de telemóveis, T-Mobile. Garanto-vos, este é um anúncio que merece ser visto. Muito, muito bom.
Vinhos Verdes
Ric Jo | 12 de Janeiro de 2009Conhece os vinhos portugueses?
O vinho verde salva-me a vida todas as semanas. Compro umas garrafas num supermercado no Rio, por baixo preço. É um vinho fabuloso, fresco, ácido… completamente ao contrário desse vinho uniformizado que você pode beber em qualquer lugar do mundo e por vezes por preços loucos, sem haver razão nenhuma para isso.
Jonathan Nossiter – autor e realizador do livro e documentário “Mondovino”, in Ípsilon de 19 Dezembro 2008, p 18.
Sou um bocado tendencioso no que concerne oo Vinho Verde Português. Afinal de contas, foi por ele que entrei no mundo dos vinhos, obviamente influenciado pela região demográfica onde estudei – Minho – e pelo meio académico onde estava inserido – Universidade do Minho, Braga. Por lá, a introdução aos vinhos é feita maioritariamente pelo vinho verde, pois é geralmente mais barata que vinhos maduros, mais leve e mais fácil de se beber. Mas apesar de ter sido algo imposto, a verdade é que mesmo depois de ter passado a descobrir os vinhos maduros, tinto e branco, nunca me desfiz da relação que tinha com os vinhos verdes. Não apenas e só porque era mais barato e mais fácil de se beber, de facto, mas também devido à descrição feita pelo senhor Jonathan Nossiter, as quais transcrevi em cima. O vinho verde é diferente de todos os outros vinhos. Aquela frescura e acidez de que Nossiter fala é algo que dificilmente se consegue obter noutros vinhos (talvez os Rosés e os Espumantes se aproximem, mas não chegam lá) ,e num país e num mundo totalmente dominado pelos vinhos maduros, um vinho verde é literalmente um lufada fresca naqueles que são os hábitos vinícolas da maioria da sociedade, tirando a região Minhota, pois claro.
Kobenhavn iv)
Ric Jo | 28 de Novembro de 2008E para terminar esta série dedicada a Copenhaga, ficam mais duas edições especiais da Carlsberg, produzidos na terra daquela que é “provavelmente a melhor cerveja do mundo” (que não o é), e que tive a oportunidade de beber por lá. Muito boas.
Agora é esperar que o tempo passe rapidamente para que possa novamente beber mas é uma Sagres Bohémia ou um fino Super Bock no país da Sagres a da Super Bock. Já ia qualquer uma das duas, já.
(clicar imagem para maior resolução)
Kobenhavn ii)
Ric Jo | 25 de Novembro de 2008Um dos maiores prazeres que tenho, já aqui o escrevi, é provar as mais diversas cervejas que existem mundo fora. Tantas quanto puder. Prazer do qual obviamente pude desfrutar em Copenhaga. Carlsberg, para te quero? Muita variedade e muitos graus de álcool (10,6%, 8,3%, etc. etc.). Edições que (infelizmente) não se encontram noutros países. Variados sabores, variados prazeres (uns maiores, outros menores). Muito rótulo para o meu Moleskine, eh eh. Ficam apenas alguns. E virão mais dois daqui a uns dias. Fica também a nota da edição especial de Natal da Carlsberg (2º rótulo). Uma cerveja do melhor que já alguma vez bebi.
(clicar imagens para maior resolução)
Produce of Portugal*
Ric Jo | 7 de Outubro de 2008
Diz-me o Francês com quem moro, num tom de orgulho como quem demonstra ter algum conhecimento da cultura Portuguesa, “I have a bottle of the famous Portuguese green wine”. Hmmm… Vinho Verde. Onde tudo começou para mim… lol. “Really? Let me have a look”, respondi eu, à espera de ver um qualquer vinho do Minho ou arredores, de grande qualidade, dado o estatuto do Francês na empresa. Pego na garrafa e dou de caras com um rótulo do género “Portuguese Green Wine”, exactamente como a garrafa na imagem (mas Vinho Verde ao invés do Rosé). Viro a garrafa no intuito de saber qual a Quinta ou Herdade que produz esta marca branca para Inglaterra e dou-me de frente com uma qualquer Quinta de… Rio Maior, essa famosa localidade de Vinhos Verdes… Coitado do Francês que iria levar com aquela garrafa, à espera de saborear pela primeira vez a famosa frescura do Vinho Verde Português, defraudando as suas expectativas em relação à qualidade do produto e possivelmente inibindo-o de voltar a adquirir um produto nacional do mesmo género no futuro, para além da má publicidade de boca-a-boca que tão importante é num mercado como o dos vinhos. E ainda por cima a dita garrafa não contribuia para o salvamento do Miguel.
“Forget that bottle”. “I’ll bring you a proper one next week from Portugal”, disse-lhe.
E agora sim, com uma garrafa de Gazela já no frio, à espera de ser saboreada como deve ser pelo meu housemate, creio ter feito a minha pequena parte na (boa) promoção do produto nacional. Isso, ou ter obtido o direito a um Brie ou Roquefort trazido por ele aquando da sua próxima visita ao seu país natal… Isso é que era.
* Vá lá que de hoje em dia já escrevem Product of Portugal!
Pechincha
Ric Jo | 2 de Outubro de 2008
Vittorio Emanuele in Milano de AlessandroDM @ Flickr
A verdadeira pechincha consegui eu há uns dias atrás: viagem de ida e volta para duas pessoas de Londres a Milão, com todas as taxas incluídas (mas mesmo tudo – não paguei nem mais um tusto!): 0,05€ (cinco cêntimos de euro, para quem pensou que pus um zero a mais, à taxa de câmbio de hoje). Eu também não acreditaria se não tivesse acontecido comigo (clicar para ver parte do recibo). Parece que aquelas publicidades da treta da Ryanair afinal não têm assim tanta treta como eu pensava. E lá vou eu passear até Milão por meia dúzia de tostões. Literalmente.
Dessas, muitas
Ric Jo | 22 de Setembro de 2008
Este fds reservou-me uma surpresa bem agradável: entrar num pub e dar de caras com a melhor cerveja Portuguesa servida nas mesmas circunstâncias de igualdade às Stellas, Kronenbergs, Fosters e afins deste reino pouco unido. “A pint of Sagres, please”. Porra, que frase bonita.
Provavelmente (d)a(s) melhor(es)…
Ric Jo | 20 de Maio de 2008Uma das vantagens de se fazer amizades globais, no sentido geográfico da palavra, é a possibilidade de se conhecer diversas culturas que não a nossa. Seja através de conversas ou estórias, permite-nos alargar o nosso horizonte, dando-nos uma ideia mais real de onde nós vimos e de onde vêm tantos outros. Ontem recebi uma bela prenda vinda directamente da Dinamarca, fruto de uma dessas amizades que tenho tido a oportunidade de fazer aqui por Paris.
Super Sagres?
Ric Jo | 18 de Outubro de 2007Eh pa… Fundir a Super Bock com a Sagres é como fundir o SLB e o SCP. Inconcebível.


















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