Arquivo da Categoria ‘TV’

Zooey is in town

Domingo, 11 de Dezembro, 2011

About time too.

Não que precisasse,

Domingo, 6 de Novembro, 2011

mas a actuação dos My Morning Jacket no Jools (one & two) de sexta-feira passada fez-me lembrar o quão bom é ‘Circuital’. Álbum preferido do ano so far? Peut-être.

Ainda não tive tempo de escutar o novo álbum de Florence, ‘Ceremonials’, mas o segundo tema (‘Breaking Down’) que ela tocou no mesmo programa soou-me muito bem. Toned down, Florence. Well done.

Make me laugh

Segunda-feira, 12 de Setembro, 2011

So, E4 finally brought ‘Friends’ to an end and has replaced it with ‘My Name is Earl’. For those of you that don’t know, we’re talking never-ending episodes day in, day out. I thought I’d struggle at first whenever I’d swap music for the presence of tv in the house, just for some lazy brain-switched-off moments, but by god was I wrong to ignore all those Earl episodes these past years. I’m loving the show and have been laughing like a tv show has not made me laugh for a great while now. Karma?

Britcom: Come Fly With Me

Segunda-feira, 28 de Fevereiro, 2011

Era rotina: domingo à noite na dois, britcom. Era a melhor forma de iniciar a semana e a melhora maneira de pôr de lado a ideia de que o dia seguinte era para se acordar cedo e voltar à rotina. Ano após ano, o canal ignorado da estação pública prestava ali na Britcom precisamente um dos seus melhores serviços públicos: dar aos portugueses acesso à (porventura) melhor comédia feita no mundo.

Um dos meus produtos favoritos da comédia Britânica tem dois nomes associados a ele: Matt Lucas e David Walliams, dupla do famoso Little Britain.

Este ano de 2010 viu o regresso de Lucas e Walliams de onde eles nunca deveriam estar muito tempo afastados: a nossa sala. Inspirados pelos reality-shows em aeroportos da televisão Britânica, como ‘Airline’ ou ‘Airport’ – que de tão maus que eram, quando os apanhava em pleno exercício de zapping, não conseguia deixar de ver, confesso – o início de 2011 trouxe aos ecrãs da BBC seis fantásticos episódios da nova série de comédia ‘Come Fly With Me’.

Filmado nos aeroportos ingleses de Stansted e Robin Hood (Doncaster), esta série de 6 episódios faz paródia com os reality-shows citados em cima e, para quem como eu passa imenso tempo em aeroportos por razões pessoais e profissionais, retrata exageradamente (ou não fosse comédia) mas fielmente o ambiente por lá vivido, especialmente nos aeroportos mais pequenos e nas companhias aéreas low-cost.

Os personagens são fantásticos, e não só parodiam as empresas low-cost e associados serviços, como também aproveitam para fazer paródia com a verdadeira sociedade inglesa. Tudo isto gravado num genuíno ambiente de aeroporto, contextualizando os sketches num ambiente altamente realista. Simplesmente de chorar a rir e querer mais, muito mais. É mesmo nesse aspecto apenas que o ‘Come Fly With Me’ peca, tendo unicamente seis episódios, o que acaba por fazer com que valorizemos ainda mais o pouco (e muitíssimo bom) que nos é proporcionado por Matt Lucas e David Walliams.

Certamente acabará por passar nos ecrãs nacionais, mas não descuraria apanhá-lo  quanto antes em edição de DVD mal esta esteja disponível. Vão por mim – não se irão arrepender.

Hoooo ou Noooo?

Sexta-feira, 18 de Fevereiro, 2011

Leaquou para a net um extracto daquele que esteve para ser uma longa metragem  em CGI dos Thundercats, desenhos animados da década de 80 pelos quais eu era absolutamente fascinado. O projecto acabou por nunca ser concluído e baseado nos 2:14 minutos do clip, talvez tenha sido bom que assim fosse. Seja como for, é com mixed-feelings que vejo estas coisas. Por norma acredito que é preferível deixar as memórias boas e intactas tais como elas estão. Por outro, a vontade de reviver aquela magia de puto leva a que não se consiga resistir à coisa. De qualquer forma, nunca meti os olhos nos filmes dos Transformers ou do A-Team, pois é fácil deduzir que a desilusão seria certa. E apesar da vontade de voltar a ver as curvas da Chetara ser enorme, ainda por cima com a benesse desta feita ser no grande ecrã, it’s best to just leave things the way they are.

ThunderCats: roaring back into cinemas?

De novo em forma

Domingo, 5 de Dezembro, 2010

Fantástico. Não faço ideia se é novo ou velho (desta temporada pelo menos é)  e muito menos sabia que o personagem do Estebes estava de regresso. Aliás, nem sabia que o Herman tinha voltado à TV. Mas a ver pela amostra, parece que ao contrário do Benfica, este voltou a recuperar a sua forma.

One woman show

Domingo, 12 de Setembro, 2010

Sábado à noite tranquila depois de uma noite de sexta feira mais agitada, dada a conversas e copos ao sabor das últimas noites de verão (?) cá do burgo. Hoje, por entre colocar a leitura em dia, passar os ouvidos por som novo (algum dele, pérolas gravadas num evento ao vivo ocorrido no passado Sábado ainda por Portugal – thanks Pedro!) e preparar o próximo Plutão Anão, tempo também para ver o excelente programa dos melhores momentos dos primeiros 250 episódios do mítico Later With Jools Holland. Por entre muito momento de elevado nível que tive a oportunidade de ver ao longo de hora e meia, sem dúvida que o ponto mais alto pertenceu, a meu ver, a uma jovem Kt Tunstall com o seu tema ‘Black Horse And The Cherry Tree’. Estreia absoluta de Kt na televisão na altura e dotada apenas de uma guitarra, voz e gravador de loops, Kt dá grande, grande baile.

Com bolinha (e lubrificante)

Quinta-feira, 29 de Julho, 2010

English TV can make for very interesting viewing.

(ou ‘o que apanhei em sessão de zapping às 22:30h de ontem num canal aberto a todos’)

Em equipa que ganha não se mexe*^

Segunda-feira, 7 de Junho, 2010

* ou pelo menos não se deveria mexer.

Quando se é pequeno, tudo é perfeito. Quem é grande, maior do que nós, é-o mesmo. Quando queremos andar a mil à hora na bicicleta, fugindo a todos os polícias ou ladrões que nos andam a perseguir, conseguimos sempre fazê-lo. E as televisões passam precisamente os programas que queremos ver, às horas que os queremos ver. Pode-se dizer que quase tudo menos a sopa é perfeito quando somos crianças.

Voltando atrás à temática da televisão que propositadamente meti ali pelo meio como forma de ligação a este parágrafo, todos os desenhos animados que víamos em criança eram sempre os melhores do mundo. Nunca se fazem desenhos animados como antigamente, é a frase que se profere seja ela qual for a geração. Quando calho na infelicidade de ter de partilhar um desenho animado com as várias crianças que tenho na família de hoje em dia, não consigo esconder o sentimento de blasfémia que me vai na alma ao ver os bonecos actuais, sem personalidade e todos eles com o mesmo sentido de humor – demasiado politicamente correcto, i.e., insonso.

Foi então com uma enorme sensação de bajular servilmente (vulgo “cringe”, em Inglês – e esta, hein?) que recebi a notícia de que a Warner Bros. Animation, em conjunto com a Japonesa Studio4ºC (especialista em manga) estavam a trabalhar no regresso da série de animação da década de oitenta, Thundercats, para o ano de 2011, tendo sido publicados inclusivamente um cheiro daquilo que se pode esperar desta nova aparição da série (imagens apresentadas neste artigo).

Não sou adepto da manga, mas nem é o facto de vir a ver a bela da Cheetara, claramente e literalmente a gata mais sensual de sempre do mundo de animação, com traços nipónicos. Simplesmente acredito que as coisas boas nem sempre se deverão tentar repetir e dificilmente se poderão repetir. A máxima “nunca voltar a um lugar onde se foi feliz” é algo em que acredito piamente, e creio que aqui seria melhor deixar as boas memórias que temos na nossa cabeça destes nossos amigos, que de espada em riste davam cabo do canastro de Mumm-Raa, exactamente como estão: na nossa cabeça. O desenho animado original teve o seu lugar e a sua época. Ao trazê-lo para o mundo completamente diferente e mais descartável que é o século XXI, a Warner Bros. Animations corre o risco de fazer diluir todas essas memórias dos Thundercats por entre os milhares de fracas personagens de animação que hoje inundam os infinitos canais de televisão. Ou isso, ou então eu é que sou demasiado conservador no que a desenhos animados concerne. Escolha.

De qualquer forma, terminarei da única forma que se deve terminar um texto sobre o Lion-O e Cª: Thundercats Hoooooooo!

Ler o press-release da Warner Bros. Animations

^Este artigo está a ser replicado algures por aí. Mas ainda não é tempo de desvendar onde. Watch this space.

Porra

Terça-feira, 15 de Setembro, 2009

Florence And The Machine, Alela Diane, Gossip, Muse e Stewart Copeland (The Police), entre outros, todos num só programa. És grande*.

*Talvez demasiado grande, visto assim ter pouco tempo no ar para dedicar a cada um deles. Peca por isso o programa.

Weeds

Terça-feira, 17 de Fevereiro, 2009

how-andy-how

« Doug – I guess I’m even hornier than I thought.

Andy – Things with wifey slowing down, ha?

Doug – Oh, it used to be wild! I mean, intense. But… how do you ask the woman that makes your kids lunches, to suck your balls and spread her arse open like a geometry compass? How Andy? How?

Andy – (pausa) … I don´t like this game any more.»

in ‘Weeds’ Episódio 4, 2ª temporada.

Este Doug é oficialmente a minha personagem de sitcom favorita de sempre. Lindo!

Indulge

Terça-feira, 16 de Setembro, 2008

Todas as temporadas de uma série potente, pela módica quantia de £10. Ora, venham daí então esses chavs.